Mais uma vez a justiça brasileira prova que só existe para aqueles que não têm dinheiro: acusado pelo assassinato da missionária católica Dorothy Stang, ocorrido em 2005 no Pará, o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura foi inocentado da acusação no segundo julgamento a que foi submetido. No primeiro, ano passado, ele havia sido condenado a trinta anos de prisão. Estranha justiça essa, que de um julgamento para o outro, sem que tenha acontecido nenhuma reviravolta ou fato novo que justificasse tamanha divergência de parecer, acabou por condenar o pistoleiro Rayfran da Neves Sales a vinte e oito anos em regime fechado. A pergunta que faço é plenamente lógica: se condenaram o pistoleiro, porque inocentaram o mandante? Parece que a justiça brasileira acredita que, no Pará, os pistoleiros agem por conta própria, sem alguém para pagar o seu salário de sangue. O que vamos dizer lá fora? O que vamos dizer àqueles que lutam pela preservação da amazônia? O que vamos dizer aos nossos filhos? Que no Brasil o dinheiro fala mais alto que a justiça? Estou pensando, mas não consigo chegar a nenhuma conclusão. Como já disse o poeta Russo "Os assassinos estão livres, nós não estamos".
EM TEMPO: as provas chegaram e com elas a tradicional falta de tempo se agrava. Já estamos em Maio, daqui a pouco Julho chega e com ele o lançamento da Antologia CAMINHOS DO MEDO. Em breve divulgarei a data correta e o local, para que meus amigos de São Paulo possam dar aquela força no evento. Também não posso deixar de agradecer a minha amiga KALL (http://tempomeu.zip.net), que além de ter adquirido meu livro EXTREMA PERFEIÇÃO, ainda publicou um post muito simpático a respeito dele. Querida amiga, obrigado, são amigos como você que fazem a vida valer a pena! Beijos. Escrito por Frodo Oliveira às 10:17 PM
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A POBRE MENINA RICA
Há dias quero escrever sobre Isabella, mas estava aguardando o desenrolar dos fatos, para não cometer nenhuma injustiça com pessoas inocentes, nesse caso que mobilizou a opinião pública de todo o Brasil. Quem já leu Arthur Conan Doyle e seu inesquecível detetive Sherlock Holmes conhece essa citação: "Quando se elimina tudo o que é impossível, o que restar, por mais improvável que pareça, será invariavelmente a verdade". Confesso que torci muito para que a teoria da "terceira pessoa" na cena do crime pudesse ser verdadeira, eu não queria crêr que um pai tivesse a capacidade de assassinar a própria filha, e quem assistiu ao filme "O fugitivo" sabe do que eu estou falando. Sabemos agora que é praticamente impossível que outra pessoa que não o pai e a madrasta tenham jogado Isabella para a morte na noite de 29 de Março passado. Procuro tentar acreditar na raça humana, mas não posso compreeender, sequer imaginar, o que faz um pai ou mesmo uma madrasta cometer um crime tão bizarro. O que poderia ter dito ou feito uma garotinha meiga e alegre, de apenas cinco anos, que pudesse ter despertado tamanha fúria em pessoas aparentemente "normais"? Eu até tentaria perdoar a essas pessoas pelo fato em si, o assassinato de Isabella, caso elas, ao perceberem o terrível ato praticado, caíssem na real e reconhecessem o erro. A raiva é sempre uma péssima conselheira e o despreparo pode levar o homem a atos impensados, não justificáveis porém compreensíveis para a maioria das pessoas. Mas todo o teatro montado pelo casal, a tentativa de enganar a Polícia limpando marcas de sangue e dificultando ao máximo a investigação tornam a situação dos Nardoni insustentável, diante das provas levantadas pela perícia técnica no local do crime. Tenho ouvido aqui e ali comentários maldosos, insinuando que a imprensa só está fazendo todo esse escarcéu em virtude de Isabella ser uma menina rica. Talvez isso até tenha um fundo de verdade, mas qualquer criança indefesa que tem a vida ceifada violentamente, independente da classe social, merece uma investigação como a que está sendo feita pela Polícia paulista. Merece o esforço de cada policial que se dedica ao caso, para que os responsáveis possam ser presos e levados a julgamento. Merece que a justiça seja feita. Pobre Isabella, que achava que era amada pelo pai e pela madrasta; pobre Isabella, sempre prestativa e atenciosa com seus irmãozinhos; pobre Isabella, tão educada e atenciosa para com todos; pobre Isabella, que pensava que tinha tudo, mas que no fundo, não tinha nada... Uma família que faz questão de se dizer amorosa e unida, mas que poucas lágrimas derramou pela pequena Isabella. Até mesmo a mãe fez falta. Me desculpem, talvez esteja aqui cometendo a injustiça que não queria cometer, mas eu esperava muito mais da mãe de Isabella. Aquele ar de conformismo, de educada afetação ficaria muito bem em uma européia, mas não combina em nada com uma mãe brasileira. Afinal, somos latinos, passionais! Se fosse minha filha, eu me jogaria no chão de desespero, xingaria até a última geração dos prováveis assassinos, exigiria que eles apodrecessem na prisão ou fossem fuzilados... Nunca fui a favor da pena capital, mas confesso que esse crime me deu no que pensar: um pai a quem Deus dá o bem mais precioso que se pode ter na vida, um filho, e faz o que a polícia afirma que ele fez, nos faz achar que tudo está perdido. Pobre menina rica, traída e assassinada por aqueles que deveriam cuidar do seu bem-estar e felicidade, a sua estranha família de classe média-alta. O mundo parece mesmo um lugar muito perigoso para se viver hoje em dia...
BLOGAGEM COLETIVA - A BLOGOSFERA CONTRA O ANALFABETISMO
Hoje deveria ser um dia muito importante na vida do país, mas infelizmente poucas pessoas sabem que é o DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL, data em que homenageamos o escritor e editor Monteiro Lobato, pioneiro da literatura infantil brasileira, criador do célebre Sítio do Pica-pau amarelo. E tudo porque não temos, no Brasil, uma cultura que valorize o livro como instrumento de cidadania e capacitação da sociedade, já que através dele nos é transmitido todo o saber acumulado nos séculos de história da humanidade.
O livro é como um velho e confiável amigo, que tem sempre alguma coisa boa para nos ensinar. Aquele que não sabe ler, deixa de aproveitar o melhor da experiência humana e de crescer como cidadão do mundo e como pessoa. A leitura, antes de ser uma experiência que alarga as fronteiras do conhecimento, é uma experiência única do homem consigo mesmo, onde ele mergulha fundo na sua essência e passa a se conhecer melhor.
Infelizmente, no Brasil, milhões de pessoas nunca puderam ler um livro, pois são analfabetas. Entra governo, sai governo, e essas pessoas continuam à margem de um sistema educacional que não consegue dar fim a esse mal que, em pleno século XXI, ainda assola o nosso país. Existe um vergonhoso descaso pela educação, já que não é do interesse das classes dominantes que o brasileiro seja um povo culto e educado, pois isso dificultaria o controle que é exercido através das condições sub-humanas que é oferecido à população. Nos dias de hoje, quaisquer paliativos a título de programas sociais, disfarçados sob a "generosa" ajuda humanitária e batizados de "Bolsa-família", "Bolsa-escola" ou qualquer outro tipo de "Bolsa", são revertidos em alta popularidade e, o mais importante, em votos. Dessa forma, o povo brasileiro continua sem educação, sem saúde, sem saneamento, sem transporte, sem salário digno e sem futuro.
Precisamos urgentemente reverter essa situação, e a única forma de conseguirmos isso é através da educação. Um país continental como o nosso não pode conviver com os altos índices de analfabetismo que nos assola. Segundo a UNESCO, o Brasil tem hoje 16 milhões de analfabetos, e se levarmos em conta que os analfabetos funcionais (aqueles que só sabem "desenhar" o nome) somam 38% da população, temos então o tamanho da nossa imensa tragédia.
Nunca seremos um país de primeiro mundo enquanto não oferecermos uma educação de qualidade ao nosso povo. Isso é primordial, tanto para que o Brasil ocupe o lugar de direito dentro do cenário mundial, quanto para que nossos cidadãos possam exercer plenamente os seus direitos e deveres dentro da sociedade. Precisamos nos organizar e alfabetizar os que não sabem ler e escrever, sem depender do governo e dos políticos, pois isso vai de encontro ao desejo de grande parte daqueles que dirigem o país. Vamos usar as empresas, os sindicatos de classe, as associações de moradores, agremiações esportivas e tudo o mais que estiver ao nosso alcançe para que possamos ajudar àqueles que querem sair da escuridão da ignorância para a luz do saber. Ou jamais deixaremos de ser o país de um futuro que nunca chega.
EM TEMPO: gostaria de agradecer a minha amiga ROSANE (http://poetisandooamor.zip.net) , que me deu todos esses selos! Obrigado, Ro, pelo seu carinho sempre presente!
Escrevi um post no capricho, mas tive que deletar tudo, pois ele era baseado numa informação falsa. Assim sendo, espero que em breve me ocorra algo para postar, ou terei que encher linguiça...
(Hoje)
Então, graças ao meu professor de Literatura comparada, o professor Florêncio, eu tenho um texto engraçadinho para postar!... Valeu, professor!
ASSALTANTES REGIONAIS
ASSALTANTE ALAGOANO: "Ei, bixim... Isso é um assalto... Arriba os braço e num se bula nem faça munganga... Passa vexado o dinheiro senão planto a peixeira no teu bucho e boto teu fato pra fora. Perdão meu Padim Cico, mas é que eu tô com uma fome da moléstia..."
ASSALTANTE MINEIRO: "Ô sô, prestenção... Isso é um assarto, uai... Levanto os braço e fica quietin quesse trem na minha mão ta cheio de bala... Mió passá logo os trocados que eu num tô bão hoje, uai. Vai andando, uai, ta esperando o que, uai?..."
ASSALTANTE GAÚCHO: "Ô guri, ficas atento... Bah, isto é um assaLto... Levantas os braços e te aquieta, tchê! Não tente nada e tome cuidado que esse facão corta que é uma barbaridade. Passa as pilas pra cá, anda! E te manda a la cria, senão o quarenta e quatro falla!..."
ASSALTANTE CARIOCA: "Seguinte, bicho: Tu se ferrou, isso é um assalto... Perdeu, mano, passa a grana e levanta os braços, rapá... Não fica de bobeira que eu atiro bem pra caraca, mermão... Vai andando e se olhar pra trás vira presunto."
ASSALTANTE BAIANO: " Ô meu rei...(longa pausa)... Isso é um assalto...(longa pausa)... Levanta os braços, mas não se avexe não...(longa pausa)... Se num quiser, nem precisa levantar, pra num ficar cansado...(longa pausa)...Vai passando a grana, bem devagarzinho...(longa pausa)... Num repara se o berro tá sem bala, é pra num ficar muito pesado...(longa pausa)... Num esquenta, meu irmaõzinho, vô deixá os documentos na próxima encruzilhada..."
ASSALTANTE PAULISTA: " Ôrra, meu, isso é um assalto, meu... Alevanta os braços, meu... Passa a grana, logo, meu... Mais rápido, meu, que eu ainda preciso pegar a bilheteria aberta pa comprar o ingresso do jogo do Corínthia, meu... Pô, se manda daqui, meu..."
ASSALTANTE CANDANGO (Que vive em Brasília): "Caro povo brasileiro, no final do mês , aumentaremos as seguintes tarifas: energia, água, esgoto, gás, passagem de ônibus, IPTU, IPVA, licenciamento de veículos, seguro obrigatório, gasolina, álcool, imposto de renda, ICMS...
AGRADECIMENTOS: Agradeço aos amigos Rosane e Aprendiz terem publicado em seus blogs comentários generosos a respeito do livro Extrema Perfeição. Valeu mesmo, galera, vocês moram no meu coração!...
GABRIEL (Dedicado ao meu sobrinho-neto Gabriel, de quatro anos, para quem a síndrome de Down significa absolutamente nada!)
Lá vem Gabriel, menino levado sorriso sincero amor revelado tão solto na vida na mesma medida do olhinho puxado.
Lá vem Gabriel, do nome de anjo anjinho travesso, moleque-arcanjo, um carinho, um beijo e tudo o que vejo: um menino encantado.
Lá vai Gabriel, alegria da casa brincando e aprendendo, sorrindo e vivendo tão cheio de graça... Lá vai Gabriel, o arcanjo-menino quebrando barreiras, abrindo clareiras por onde ele passa...
Lá foi Gabriel vencer nessa vida...
A pedido da minha amiga Geórgia publico o selo da blogagem coletiva contra o analfabetismo. Participe, divulgue e ajude o Brasil a acabar com uma das maiores vergonhas nacionais.
Quem conhece o centro do Rio sabe que no Largo de São Francisco existem
várias lojas de departamento, bares, lanchonetes, papelarias e restaurantes. Aos
sábados, quando a repressão dos guardas municipais é inexistente, os ambulantes
fazem a festa, vendendo de tudo o que se possa imaginar, desde utilidades para o
lar até as últimas novidades em eletro-eletrônicos, tudo 'made in Paraguai'.
"Eles" começam a chegar próximo ao meio-dia. Vê-se um aqui, outro ali,
alguns deitam-se nos bancos em frente à Faculdade de Direito, outros preferem
ficar na calçada da Igreja. Quando o relógio do Mosteiro de Stº Antônio bate uma
da tarde, já se pode contar mais de uma dúzia, com suas roupas esfarrapadas e
seus sacos plásticos nas mãos. As lojas começam a fechar suas portas, e isso
parece ser o sinal para que "eles" despertem da aparente sonolência.
Aglomeram-se em frente àquela que tem um restaurante popular, mas ainda não se
atrevem a atravessar a rua. Pode-se avistar algumas crianças muito pequenas em
meio aos adultos, todas com algum utensílio à mão, seja um prato amassado ou uma
lata enferrujada, os olhos impacientes fitos na porta que a qualquer momento
pode se abrir. Eles precisam estar atentos, pois chegar na frente pode
significar a diferença entre comer ou ficar mais um dia de barriga
vazia. Ao primeiro sinal de movimentação próximo à porta,
todos tomam seus lugares para a batalha que vai começar. Finalmente, depois e
uma longa e tortuosa espera, os homens saem de dentro da loja, trazendo imensos
sacos de lixo cheios de restos de comida. Atravessam a rua e colocam os dois ou
três sacos no chão, isso quando conseguem. Em geral, dezenas de mãos ávidas
começam a tentar retirar os sacos das mãos dos funcionários da loja, que os
jogam de qualquer maneira, felizes em poder se livrar logo daquela tarefa. O que
se vê a seguir são cenas lamentáveis que mostram a quantas pode chegar a
degradação humana: pessoas enfiam as mãos dentro dos sacos de lixo e recolhem os
restos de comida do restaurante. Podemos ver aquela gosma escorrendo por entre
os dedos sujos e mal-cuidados dos moradores de rua, restos do que já foi comida,
mas que agora não seria decente para alimentar nem mesmo um animal de estimação.
Mas eles não têm outra escolha senão devorar com voracidade aquela "lavagem"
fria e mal-cheirosa.
Mulheres e crianças, em desvantagem física, tentam
conseguir alguma sobra que alivie a fome, já que nessa guerra desumana não se
reconhece o direito dos mais frágeis, é cada um por si.
Em poucos minutos só restam os sacos vazios, jogados pelo
chão. Os cães se aproximam para tentar lamber o que sobrou. Algumas pessoas, com
mais sorte, sentam-se no meio-fio para saborear aquela que será a primeira e
única refeição do dia; outras, lamentam-se e desesperam-se, pois aquele será
mais um longo dia de fome.
Isso acontece diante de olhares impassíveis e sorrisos
cínicos dos que já se habituaram com a cena, repetida semanalmente. Alguns,
pouco acostumados com aquilo, ainda param e olham, sem acreditar no que estão
vendo. Mas também esses se vão, e logo mais, no conforto dos seus lares, nem
lembrarão que presenciaram cena tão grotesca. Terá sido apenas mais um sábado no
centro do Rio. Quanto a mim, paro e guardo na memória para mais tarde tentar
descrever da melhor maneira possível. Não me permito esquecer que em meu país
pessoas ainda lutam por restos de comida deixados no chão em pleno século
XXI.
Longe dali, em Brasília, o Presidente da República solta
rojões porque o PIB cresceu 5,4% no ano que passou.
E para melhorar o astral, nada melhor do que ouvir "Hey Jude", sucesso
dos Fab four, na voz dessa fofura de bebê coreano que anda fazendo o maior
sucesso no Youtube. E olha que ele canta bem melhor que muito artista famoso por
aí...
NÃO ESQUECENDO DE
LEMBRAR: Participe da promoção Cranik e concorra a um exemplar do livro
NOCTÂMBULOS e outro do EXTREMA PERFEIÇÃO. Clique em
APROVEITANDO: fui
convidado a escrever críticas de filmes para o site Cranik. Deixo o link da
minha primeira resenha, sobre o filme PONTO DE VISTA, que está em
cartaz:
Não te ofererço uma rosa, meu amor, pois sei que não gostarias que um beija-flor ficasse triste nesse dia tão lindo; não te ofereço a lua nem o sol, pois sei que o egoísmo não faz parte da tua personalidade; não te ofereço as cores do arco-íris, pois sei que ficarias triste com um mundo em preto e branco; não te ofereço o mundo, pois sei que não desejas nada que não consigas abarcar com teus braços... Então, o que faço nesse dia tão especial é me oferecer a ti, meu amor, sem ressalvas, sem reservas, por inteiro, corpo, mente, espírito e coração, para que me ensines a viver orbitando ao teu redor, para que me ensines a ser sábio como tu és, para que me ensines a ser forte como nunca fui. Nesse Dia Internacional da Mulher, quero te dizer que a vida não seria tão maravilhosa e divertida sem o teu amor e sem o teu cuidado. Obrigado por existir.
PROMOÇÃO EXTREMA PERFEIÇÃO E CRANIK
Está rolando uma promoção na comunidade Extrema Perfeição, no Orkut. Você pode ganhar um exemplar do Extrema e um do Noctâmbulos, acesse o link da comunidade e fique por dentro da promoção.
Hoje, 29 de fevereiro de 2008. Ano bissexto. Dia esquisito.
Vejo pessoas que passam apressadas, caminhando a passos rápidos em direção a algum lugar. Elas olham para frente, jamais para os lados. Para onde olham? O que elas vêem?...
Vejo pessoas que se preocupam unicamente com suas próprias vidas. Elas se movimentam sem planejamento, apenas por se movimentar, como um cavalo, que ao invés de andar em L, resolve percorrer toda a diagonal do tabuleiro. Cedo ou tarde descobrirão seu erro, quase sempre tarde demais.
Vejo pessoas individualistas, centradas demais em seus problemas. Uma unha encravada parece um câncer, quando a unha é nossa, mas o câncer do que caminha ao nosso lado é apenas um câncer em estágio inicial...
Vejo pessoas que correm para lugar nenhum. Por que a pressa? A morte não tarda, ela sempre vem. Às vezes, da forma mais inesperada.
Vejo pessoas que lutam quando deveriam apenas contemplar. Dar um tempo. Recarregar as baterias. Refazer os planos de vôo. Quando a luz amarela se acende, é hora de prestar mais atenção aos sinais, internos e externos.
Por quem lutam os homens? Por si? Pelos seus? Qual o objetivo maior dessa vida? Dinheiro? Prestígio? Amor? Poder?...
O que é a felicidade? Realizar o sonho da casa própria? Ter meia dúzia de filhos com a pessoa amada? Chegar ao topo do Himalaia? O cargo mais alto da empresa? O carro do ano? Contemplar o sorriso do seu filho? Escrever um livro, plantar uma árvore? Saber que no dia seguinte não precisará acordar às cinco da manhã?...
Vejo pessoas que não olham mais nos olhos, já perderam o brilho da inocência e agora mentem não mais por sobrevivência, mas por opção. Há quanto tempo as coisas são assim?...
Que problema insolúvel tira o sono da humanidade durante a noite? Falta de dinheiro? Enfermidade? Vício? Maldade explícita? Coração gelado? Solidão?...
O que fazer para reverter a situação caótica em que nos encontramos? Como não se perder nesse labirinto chamado VIDA, que vai ficando mais curta a cada novo amanhecer?
Vejo pessoas que passam quase sem esperanças. Já ligaram o piloto automático, aguardam apenas a pane final. Mas nada acontece, e continuam a fingir que são felizes.
A vida não passa de uma grande encenação, mas será que somos os atores principais ou não passamos de meros coadjuvantes nesse palco de marionetes?
Há quem não acredite em Deus. Há quem duvide da Sua existência. Há quem afirme sua crença, mas apenas segue o senso comum. A dúvida é honesta, a crença sem entusiasmo é falsa. Afinal, o que viemos fazer aqui? O que significa esse corpo que apalpamos, esses pensamentos que trafegam de um lado para o outro dos nossos hemisférios cerebrais? Por que respiramos? Como pode o corpo humano ser essa máquina perfeita, a ponto de nada ser gratuito ou por acaso, até mesmo uma simples pálpebra tem uma importante função a cumprir para o bem do corpo como um todo? A simplicidade é complicada demais? Prefiro os que duvidam sinceramente do que os que fingem que acreditam.
Vejo pessoas que não ligam para nada nem ninguém. Crianças abandonadas? Onde?...Sem-teto? Sem-terra? Sem-hospital? Sem-comida?... Ah, é tudo tão estranho. Para onde vamos? Por que o tempo passa tão depressa? Parece-me que ontem era Natal, e amanhã já será páscoa.
E a vida, o que seria? Algo maravilhoso e imprescindível? Ou algo tedioso e totalmente descartável?
Não sei mais quem eu sou. Onde estou. Para onde vou. Mas ainda acredito na dúvida, na busca pela verdade que ela provoca. Também não quero chegar a nenhuma conclusão aceitável. Hoje, quero apenas questionar as minhas mais profundas certezas.
Vejo pessoas que passam apressadas. Percebo que as enxergo não com meus próprios olhos, mas através do enorme espelho do shopping center. O espelho das vaidades. Seria eu, aquele que acaba de passar por mim a passos rápidos, sem nem olhar para trás?...
Talvez. Não é engraçado como nos reconhecemos ao observarmos os defeitos do nosso irmão?...
Mas tudo isso é vaidade e filosofia barata. O resto, são apenas palavras vazias.
Pois é, ganhamos o Urso de ouro em Berlim. Amado e odiado pelo público e pela crítica, o filme TROPA DE ELITE cumpriu com o seu objetivo ao se lançar no competitivo mercado internacional levantando polêmica. Nos anos oitenta, a cantora Madonna lançou a filosofia do "falem mal, mas falem de mim", e ao que parece, o diretor José Padilha resolveu seguir à risca os ensinamentos da diva pop. Os planos convergem rumo ao Oscar 2009, e era necessário o maior estardalhaço possível na mostra competitiva alemã para que o filme pudesse ter êxito na empreitada. Saiu melhor que a encomenda: consagrado com o Urso de ouro de melhor filme, derrotando o favorito SANGUE NEGRO, TROPA tem agora as portas do mercado internacional escancaradas e larga na frente em busca de uma indicação ao Oscar.
Mas isso é apenas um gancho para falar um pouco sobre a violência. Moro no Rio de Janeiro há vinte e dois anos e confesso que nunca vi a coisa tão feia quanto tenho visto. Em que pese nunca ter sido assaltado (sim, Deus existe!), posso acompanhar à distância, a qualquer hora do dia ou da noite, o pipocar dos tiros de fuzis e pistolas ao meu redor. Os fuzis, já sabemos, são dos bandidos. As pistolas são dos policiais. É uma luta injusta. Entra governo, sai governo, e tudo se repete. Na época de eleição, os candidatos dizem que vão fazer e acontecer, que a bandidagem vai ver o que é bom pra tosse, que a segurança pública vai ser tratada com competência, que a polícia vai ter melhores condições de trabalho e salário digno... Tudo mentira! Sejamos sinceros: qual de nós teria coragem de sair de casa envergando um uniforme da polícia, passar o dia inteiro arriscando a vida correndo atrás de bandido numa viatura sucateada caindo aos pedaços, para no final do mês receber o exorbitante salário de R$ 600,00? Alguém aí se habilita? Porque eu tô fora...
O governador Sérgio Cabral falou pelos cotovelos do governo anterior, mas parece sofrer do mesmo mal do casal Garotinho: incompetência. Pois é, governador, falar é fácil, fazer é que são elas. E assim, nós, os habitantes do estado do Rio de Janeiro, continuamos entregando nossas vidas nas mãos de Deus cada vez que precisamos sair de casa, porque bala perdida não perdoa, mata.
E como tem sempre um político querendo aparecer em qualquer situação, ainda mais em ano de eleição, o deputado Flávio Bolsanaro, do PP, propôs na Assembléia Legislativa estadual, que a insígnia do Batalhão de Operações Policiais Especiais, o BOPE, seja declarada patrimônio cultural do Rio de Janeiro. É isso mesmo, uma caveira espetada por um punhal e duas pistolas cruzadas como símbolo cultural de um estado da federação. Seria cômico se não fosse trágico. E nós elegemos esse senhor para o cargo de deputado estadual...
Esse ano cheguei a pensar que a Globo não exibiria uma das minhas séries favoritas, 24 Horas. Demorou a entrar no ar, mas para o meu alívio, Jack Bauer e companhia voltaram a bater ponto na minha TV. Eu e dona Fátima, minha patroa, não perdemos um episídio desde a terceira temporada. Até reativei o meu velho vídeo-cassete, que havia sido deixado de lado em prol do DVD e estava empoeirado na estante.
É difícil explicar qual o mérito de um seriado tão simples como 24 Horas. Quando surgiu, em 2002, era revolucionário, pois cada capítulo retratava, em tempo real, uma hora na vida do agente da Unidade Anti-Terrorista Jack Bauer, interpretado pelo eficiente ator Kiefer Sutherland. Após tantos anos no ar, seria normal que o seriado ficasse um tanto repetitivo, como de fato ficou. Mas para quem escreve, não deixa de ser interessante ver como os roteiristas vão fazer para salvar o mundo de mais um terrorista árabe que quer literalmente detonar com os EUA. Eu fico curioso para saber como as reviravoltas no roteiro vão acontecer, mantendo a verossimilhança e a coesão da história. Um personagem que hoje é herói, amanhã se descobre que não passava de um traidor, enquanto o aparente traidor vira herói. É surpreendente e inspirador, e ainda diverte! Recomendo.
Você convidaria esse simpático sujeito aí em cima para sua festinha de aniversário? Pois foi ele quem matou seis estudantes no auditório da Universidade do Ilinois nesta quinta-feira, e logo em seguida se matou. Prova de que quem vê cara não vê coração.O que será que está havendo com os americanos? O pessoal por lá anda matando à torto e a direito, volta e meia acontece uma chacina e quase sempre praticada por pessoas aparentemente normais. Será que a crise financeira anda afetando também a sanidade do americano médio? O caso na Universidade do Ilinois é apenas mais um na longa lista de massacres acontecidos nos últimos tempos em instituições de ensino nos Estados Unidos. Depois, nós é que somos um país violento...
COISAS DO BRASIL I:
Atenção Fernandinho Beira-mar, a turma de Brasília acaba de INVENTAR uma lei para perdoar todos, eu disse TODOS os crimes por eles praticados antes de se elegerem para algum cargo político. Dessa forma, quem roubou, matou, trucidou, sonegou, traficou, desviou ou estuprou, mas conseguiu se eleger, está mais limpo que bunda de bebê cheirando a talco. Parece que agora o voto perdoa mais pecados que o próprio Jesus. Lobinho Jr. já aproveitou, o que você está esperando?... Ah, já sei Fernandinho, você odeia concorrência, não é?
COISAS DO BRASIL II:
Alguém aí sabe onde eu consigo um desses cartões corporativos que andam distribuindo lá em Brasília? Pô, eu queria tanto um...
E já se vão cinquenta anos desde que João Gilberto pegou o seu banquinho, o seu violão e disparou CHEGA DE SAUDADE, um sambinha intimista de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, com uma batida revolucionária. Foi num disco da Divina Eliseth Cardoso, mas em pouco tempo João tratou de sacramentar a inovação em disco próprio. Estava lançada a Bossa nova. Segundo a lenda, o nome foi dado por um engraxate que cantarolava a melodia enquanto lustrava os sapatos do crítico Sérgio Porto. Verdade ou não, o nome pegou e transformou-se em marca registrada do Brasil lá fora, tendo sido gravada por grandes nomes da música nacional e internacional, todos fascinados pela beleza, simplicidade e harmonia de um dos ritmos mais celebrados na história da música mundial.
Tive muitas dúvidas sobre qual clip ilustraria esse post. Pensei em CHEGA DE SAUDADE, é claro, seria uma homenagem mais que justa ao grande João Gilberto; também me agradava a idéia de colocar Tom e Sinatra cantando THE GIRL FROM IPANEMA, aquele musical que tornou-se um marco da música moderna, com os dois intérpretes esbanjando charme e simpatia; mas optei por uma canção que amo desde sempre e que na minha opinião simboliza o que a bossa nova representa para o Brasil: beleza, simplicidade, harmonia, improvisação e alegria, numa gravação que, sinceramente, nunca mais veremos igual. E que, além de tudo, ainda combina com o tempo que tem feito ultimamente. Senhoras e senhores, a canção eleita por críticos americanos como uma das dez mais belas de todos os tempos: Tom & Elis, em ÁGUAS DE MARÇO.
EM TEMPO: Hoje, dia seis de fevereiro, o frodoblog faz um ano de vida. Parece que foi ontem e ao mesmo tempo faz tanto tempo! Positivamente o tempo não corre da mesma forma no mundo virtual... Quer relembrar como era? Tem um link no meu perfil.
Nunca me considerei pé frio, mas
desde que resolvi tirar minha folgas pendentes no trabalho, só faz chover.
Parece mentira, mas há dez dias o céu está de um cinza que não combina em nada
com o alto-verão. Tudo bem, aproveito o tempo frio para descansar e escrever.
Mas o que eu queria mesmo era passear, ver as modas, dar umas voltas por aí...
Ficar em casa vendo repeteco de filmes o dia inteiro é, no mínimo,
constrangedor. E o que diríamos da cara de pau da Rede Globo, ao programar "Uma
linda mulher" em horário nobre? Os boatos de que a crise chegou com força total
lá pelos lados do Jardim Botânico devem ter um fundo de verdade.
Mas, para não dizer que não assisti a
nada de bom por esses dias, vai aqui uma dica: o filme TROCAS MACABRAS, do
desconhecido diretor Fraser Heston. O filme, de 1993, é uma adaptação da
obra de Stephen King (uma das melhores, devo admitir) e conta com um elenco de
nível (Ed Harris, Bonnie Bedallia e o excelente Max Von Sydow). A sinopse é bem
interessante: um velho se instala numa pacata cidade do interior e abre um
antiquário. Pois bem, tempos depois, a tal cidadezinha enlouquece e seus
habitantes se matam no meio da rua. O que o tal velhinho tem a ver com isso?
Tudo, é claro... Bastante esclarecedor do "modus operandis" de um velho
conhecido nosso. Terror-cabeça, assista, que você vai gostar.
De novidade, fui convidado a escrever
um conto para a nova antologia de terror da Editora Andross, que se chamará CAMINHOS DO MEDO. Achei
a proposta deles bem interessante já que o lançamento será na Bienal do
Livro, que este ano será realizada em São Paulo, durante o mês de
Agosto. Estou pensando seriamente em participar, pois é um evento de
bastante visibilidade e será uma ótima oportunidade para divulgar o
nome de novos autores.
Para encerrar: e o nosso presidente
Lula, hem?!?... Divulgando no mundo inteiro a diminuição do desmatamento na
Amazônia, e as queimadas batendo recordes de áreas atingidas. Ainda não cheguei
a uma conclusão definitiva: ele é apenas um homem ingênuo e incompetente ou
um mentiroso mal-intencionado? Quem se habilita?...
Talvez os mais desavisados pensem que vou comentar sobre a nova edição do reallity show mais famoso da televisão brasileira, que entrou no ar esta semana com a sua 8ª turma de candidatos à celebridades. Mas não, não é sobre isso que quero falar. Tempos atrás escrevi um post que falava sobre uma das obras de George Orwell, "A revolução dos bichos", que versa sobre a ascensão, decadência e queda de um sistema de governo, uma genial e premonitória fábula que desvenda exatamente o que acontece em nossos dias com os governos de esquerda no mundo inteiro. Como a maioria de vocês deve saber, a outra grande obra de Mr. Orwell (pseudônimo de Eric Arthur Blair, 1903-1950), chama-se "1984", talvez o seu mais famoso livro, escrito em 1948 (daí a inversão do título), onde ele vislumbra um futuro nada agradável de uma sociedade totalmente controlada por um governo autoritário e centralizador, cujo líder intitula-se exatamente Big Brother - o grande irmão - aquele que tudo vê, tudo sabe e tudo controla. Que Mr. Orwell, cidadão britânico nascido na India, foi um grande escritor não há dúvida alguma; agora, os poderes paranormais que esse homem demonstrou ter, tendo vivido na primeira metade do século passado, numa era pre-internet, são extraordinários!... Como um Sherlock Holmes da vida social e política da época, ele conseguiu prever o que aconteceria dalí por diante, provavelmente tendo o nazismo, o fascismo e a revolução russa como ponto de partida para suas teses de um futuro nada agradável para a raça humana, aliás, futuro esse que também foi vislumbrado por outros escritores magníficos, como Ira Levin (Este mundo perfeito) e Aldous Huxley (Admirável mundo novo).
Digo isso, e aqui partindo do geral para o particular, porque tomei um baita susto ontem. Explico: inscrevi o meu livro EXTREMA PERFEIÇÃO no programa gratuito de divulgação do Google. Esse programa permite que usuários da net em qualquer parte do mundo acessem informações pertinentes ao livro, como tema, capa, trechos aleatórios, facilitando, inclusive, a comercialização através de e-mail. Pois bem, inscrição feita, lá fui eu pesquisar no Google, para ver se estava tudo nos conformes, e qual não foi a minha surpresa, ao digitar Frodo Oliveira na barra de pesquisa, quando me deparei com dezenas de páginas no resultado! Existem páginas e mais páginas de Frodo Oliveira no Google. Céus, será que virei eu mesmo uma celebridade?!? (rsrsrs...) Tudo fica mais surpreendente ainda se levarmos em consideração que não faz um ano que sou usuário da internet. Está tudo lá: quem sou eu, o que faço, o que escrevo, do que gosto, quem são os meus contatos... E isso é apenas a parte visível da coisa. Sabemos que para acessar alguns sites é necessário deixar os dados pessoais, que, segundo eles "não serão revelados" a terceiros. Mas eles sabem. O meu endereço, o nº do meu telefone, o meu CPF, identidade, minhas fotos... Graças a Deus eu nunca comprei nada via internet, senão eles saberiam até o nº do meu cartão de crédito. É estarrecedor como ficamos nas mãos de estranhos sem nos darmos conta.
E você, já fez o teste? O que será que o Google sabe sobre a sua vida? Faça uma experiência, digite seu nome na barra de pesquisa e não se surpreenda com os resultados...
É por isso que cresce dia a dia minha admiração por Mr. George Orwell, excelente escritor e grande visionário de um futuro que se faz mais presente a cada ano que passa.
O ano começou, ao menos para mim. Na próxima semana devo tirar alguns dias de folga referentes a dezembro, então pretendo descansar um pouco, e, quem sabe, dar um passeio com Dona Fátima, a patroa. Mas não pretendo me ausentar do blog, eu já não viveria sem isso aqui (rsrsrs!). Houve tempo em que atualizava duas, até três vezes por semana. Hoje não dá mais, então resolvi que as atualizações aconteceriam todos os finais de semana, talvez sábado, talvez domingo. Filosofando um pouco, o homem inventou as divisões do tempo e agora se transformou em escravo do relógio. Meu amigo Ratus me disse num comentário que depois dos 40 o tempo passa mais depressa ainda. Nesse caso, estou perdido!... A vantagem disso acontecer é que talvez eu veja Jesus mais rápido, então...
Agora vejam só como as coisas são: no post anterior publiquei dois versos no link do Recanto das Letras. Aquele que eu achava ser o melhor, The end, passou despercebido, enquanto o outro, Indigestão, apenas um contra-peso, na minha opinião, teve vários comentários... A gente nunca sabe o que vai na cabeça do povo, mesmo...
Não, eu não estou de férias. Acontece que um desses milhares de vírus que se espalham pelo Brasil afora me pegou de jeito e me deixou de cama no ano novo. Pois é, que coisa! A minha roupa nova, toda preta, que eu usaria no dia 31 de dezembro está intocada. Assisti à queima de fogos deitado no meu sofá, com febre e dor de cabeça, sem comer nem beber nada. Deve ser a tal da crise dos 40 anos de que tanto falam. Mas, puxa, precisava chegar já no dia seguinte ao meu aniversário?... Ainda não estou cem por cento recuperado, mas não há de ser nada. Isso é somente porque o ano de 2008 será sensacional, eu não tenho dúvidas disso.
Quero aproveitar para agradecer aos amigos que me enviaram recadinhos via blog, orkut ou site, parabenizando pelo meu aniversário ou simplesmente desejando um bom ano novo. Vou colocar todos em dia no decorrer da semana, além das visitas que eu estou devendo, é claro.
De mais, somente repartir com vocês a alegria de estar vivo para compartilhar a amizade de todos os meus amigos internéticos. E fazer aqui uma homenagem a minha amada esposa Fátima, que mesmo quando eu estou na pior consegue extrair de mim boas e doloridas gargalhadas, como aconteceu no dia primeiro de Janeiro, com o seu comentário sobre o calor infernal do Rio: " Puxa, que calor! Hoje deve ser o dia mais quente do ano!". Me digam, eu não tenho que amar essa mulher?...
EXTREMA PERFEIÇÃO
Você pode ler um resumo dos contos ou adquiri-lo AQUI
Se preferir autografado: frodooliveira@hotmail.com
QUEM LEU, APROVOU!
"Sem palavras para traduzir o prazer que a leitura do seu livro me trouxe..." (Kall/SP)
"Seu livro é leve, a leitura é bastante fácil, agrada tanto jovens (meu filho leu), quanto adultos..." (Rosane/MT)
"Li em apenas uma manhã. Foi uma leitura envolvente, que me fez rir, me sentir empolgada, revoltada, satisfeita com o gosto alheio da vingança..." (Camila/SP)
"Vá ter inspiração assim lá não sei aonde..." (Antônio Jr./RS)
"Extrema Perfeição, ninguém aqui esperava um final desses!" (Álvaro Berti/SP)
"Frodo! Li o seu livro, adorei!" (Nicolau/RS)
"Parabéns pelo livro." (Danielle/RJ)
"Frodo, você é o Hitcock brasileiro." (Geórgia/Ale.)
"O seu valor literário vai além da minha imaginação!" (Pedro César/AL)
"Boa literatura deve ser compartilhada." (Marcus Vinícius/RS)
"Muito interessante e profundo." Gilson Paredes/RJ)
"Parabéns pelo seu livro...É maravilhoso, li em um dia!" (Andréia/RJ)
"Parabéns pelos teus contos." (Deise/RS)
"Adorei...Simplesmente demais!!!" (Rose/RJ)
"Achei seu livro o máximo!" (Beatriz/RJ)
"Meu pai adorou o livro..." (Raphael/PE)
"Já recomendei seu livro...Adorei demais!" (Kátya/MG)
"Não consegui dormir antes ler até a última linha." (Élison/BA)
"O livro é adorável, um humor muito bem colocado, um terror "pacífico"...Vou presentear o seu livro..." (Ana/SP)
SEM LIVROS, NÃO HÁ FUTURO!
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BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Esportes